1 > MANUAL DAS DISCIPLINAS EXTENSIONISTAS
1 PRÁTICA DE EXTENSÃO INTERDISCIPLINAR E PROJETO DE EXTENSÃO E INOVAÇÃO
> Manual da disciplina Prática de Extensão Interdisciplinar
GRUPO MULTIVIX
MANUAL DAS
DISCIPLINAS
EXTENSIONISTAS
PRÁTICA DE EXTENSÃO INTERDISCIPLINAR E
PROJETO DE EXTENSÃO E INOVAÇÃO
PRESENCIAL, SEMIPRESENCIAL E EAD
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PRÁTICA DE EXTENSÃO INTERDISCIPLINAR E PROJETO DE EXTENSÃO E INOVAÇÃO
INTRODUÇÃO 3
DESENHO METODOLÓGICO 4
2.1 ACESSO À DREAMSHAPER E FORMAÇÃO DAS EQUIPES 7
ORIENTAÇÕES PARA CONSTRUÇÃO DO PORTFÓLIO REFLEXIVO 8
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 10
4.1 EXEMPLOS PRÁTICOS DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 11
4.2 APURAÇÃO DA AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE 14
4.3 ORIENTAÇÕES COMPLEMENTARES SOBRE EVIDÊNCIAS, AUTORIA E CONDUTAS ACADÊMICAS 15
APÊNDICES 18
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SUMÁRIO
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PRÁTICA DE EXTENSÃO INTERDISCIPLINAR E PROJETO DE EXTENSÃO E INOVAÇÃO
1 INTRODUÇÃO
A extensão na educação superior articula ensino e pesquisa e estimula a tecnologia
e a inovação, fortalecendo a relação entre a comunidade acadêmica e a sociedade,
em consonância com o que é estabelecido na Resolução CNE/CES nº 7 de 18 de
dezembro de 2018.
As atividades extensionistas ampliam o repertório dos estudantes, promovem contato direto com questões contemporâneas e favorecem a reflexão crítica. Esse percurso
enriquece a formação teórica e metodológica e concretiza os compromissos éticos e
solidários da Instituição de Ensino.
As demandas contemporâneas exigem uma relação permanente entre a Instituição
de Ensino e os demais setores da sociedade, orientada para a transformação social, o
desenvolvimento regional e a contribuição para políticas públicas. Esse diálogo ocorre por meio de programas, projetos, cursos, oficinas, eventos e prestação de serviços
realizados com comunidades, organizações da sociedade civil, órgãos governamentais e instituições públicas ou privadas.
Assim, as disciplinas de Prática de Extensão Interdisciplinar I a V e de Projeto de Extensão e Inovação I a V, identificadas institucionalmente pela sigla PEI, constituem
componentes curriculares obrigatórios voltados à integração entre ensino, pesquisa e extensão. Por meio dessas disciplinas, os estudantes desenvolvem projetos em
equipes, investigam demandas reais da comunidade ou de instituições parceiras,
planejam intervenções viáveis, executam ações extensionistas e sistematizam os resultados em um Portfólio Reflexivo Final.
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2 DESENHO METODOLÓGICO
A metodologia das disciplinas de Prática de Extensão Interdisciplinar I a V e de Projeto de Extensão e Inovação I a V será organizada em trilha formativa na plataforma
DreamShaper, contemplando as etapas Check-in, Coordenadas, Ideação e Diagnóstico, Cronograma de Execução, Delivery e Check-out a qual toda orientação para
fins de acesso à plataforma, estarão disponíveis em manual específico. O trabalho
será desenvolvido em equipes de 6 (seis) a 10 (dez) estudantes e deverá culminar na
entrega do Portfólio Reflexivo Final, documento que registra o percurso do projeto,
as evidências produzidas, os resultados alcançados e as aprendizagens construídas.
O percurso será acompanhado pelo professor da disciplina, com apoio das funcionalidades da DreamShaper, especialmente espaços para postagem de arquivos, mural do projeto/turma, registros de bordo, acompanhamento das etapas e feedback
docente. O uso da plataforma deve favorecer a organização do grupo, a clareza dos
prazos, a devolutiva contínua do professor e a consolidação das evidências necessárias à avaliação.
Ao longo do semestre, cada equipe deverá desenvolver o projeto em consonância
com a temática institucional definida para a disciplina, sem escolha livre de temática pelo estudante. A equipe deverá definir o foco do projeto dentro dessa temática,
selecionar um cenário real ou parceiro, realizar diagnóstico fundamentado, elaborar
Plano de Ação, executar a intervenção, registrar evidências documentais e refletir
criticamente sobre os resultados obtidos.
Em resumo, a equipe deverá: acessar a trilha na DreamShaper; formar o grupo; escolher o cenário real ou parceiro; realizar o diagnóstico; elaborar e executar o plano de
ação; registrar as evidências permitidas; atender às devolutivas; e entregar o Portfólio
Reflexivo Final no prazo estabelecido. O professor acompanhará as etapas, orientará
os ajustes e realizará a avaliação conforme os critérios deste Manual.
Disciplina de Prática de Extensão Interdisciplinar I/ Projeto de Extensão e Inovação I – Temática:
• Educação, Comunicação e Cultura
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Disciplina de Prática de Extensão Interdisciplinar II/Projeto de Extensão e Inovação II – Temática:
• Sustentabilidade, Meio Ambiente e Desenvolvimento Social
Disciplina de Prática de Extensão Interdisciplinar III/Projeto de Extensão e Inovação III – Temática:
• Direitos Humanos, Justiça Social e Cidadania
Disciplina de Prática de Extensão Interdisciplinar IV/Projeto de Extensão e Inovação IV – Temática:
• Inovação e Tecnologia
Disciplina de Prática de Extensão Interdisciplinar V/Projeto de Extensão e Inovação V – Temática:
• Saúde
A equipe deverá diagnosticar uma situação-problema relacionada à temática da disciplina e ao cenário real escolhido. Para isso, deverá utilizar fontes confiáveis, dados
secundários, escuta ativa, observação, entrevistas, questionários, visitas ao local, registros permitidos e demais estratégias metodológicas adequadas. O diagnóstico
fundamentará a declaração da situação-problema, preferencialmente formulada na
estrutura “Como podemos...?”, bem como os objetivos, o Plano de Ação e a intervenção proposta.
A proposta de intervenção deve partir da aplicação dos conhecimentos abordados
nas disciplinas do período ou do curso, articulando ensino, pesquisa e extensão. A
equipe poderá desenvolver ações educativas, oficinas, campanhas, materiais orientativos, produtos, serviços, intervenções ou outras soluções criativas, inovadoras e viáveis, desde que fundamentadas no diagnóstico realizado e adequadas ao público,
ao contexto e aos recursos disponíveis. As atividades extensionistas deverão estar
vinculadas à formação acadêmica dos estudantes e promover interação dialógica e
transformadora entre a Instituição de Ensino Superior e a sociedade, mediante ações
desenvolvidas com a participação da comunidade externa, observando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
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O quadro a seguir sintetiza as tarefas previstas em cada etapa da trilha na DreamShaper.
ETAPA TAREFA
Check-in
Ambientação na disciplina, leitura do plano de ensino, consulta aos documentos da
galeria e do Portal Multivix, formação da equipe de 6 a 10 integrantes, identificação
das habilidades dos membros e compreensão dos elementos obrigatórios do Portfólio
Reflexivo Final.
Apresentação do plano de ensino e cronograma de atividades; divisão das equipes
de trabalho; apresentação da temática central, das questões norteadoras e dos
possíveis cenários reais de aprendizagem; apresentação dos elementos do portfólio
reflexivo (introdução, problema, objetivos, metodologia, relato de experiência e
considerações finais).
Coordenadas
Compreensão da temática institucional definida para a disciplina, definição do foco do
projeto, escolha do cenário real ou parceiro, análise da viabilidade da parceria,
elaboração da justificativa da escolha e organização inicial do contato formal por meio
da Carta de Apresentação.
Orientações institucionais sobre o funcionamento da disciplina e as etapas de Checkin e Coordenadas.
Ideação e
Diagnóstico
Levantamento de informações em fontes confiáveis, realização de pesquisa de
campo, escuta ativa, observação e coleta de dados junto à instituição parceira ou
comunidade. A equipe deverá organizar evidências, revisar hipóteses iniciais e definir
a situação-problema com base nas informações coletadas.
Orientações sobre a etapa de Ideação e Diagnóstico e sobre a elaboração dos
elementos iniciais do Portfólio Reflexivo, incluindo introdução, problema, objetivos e
metodologia/plano de ação.
Cronograma de
Execução
Elaboração do Plano de Ação estruturado, contemplando objetivo da intervenção,
macroações, responsáveis, prazos, recursos necessários, orçamento estimado, data
prevista para a intervenção e estratégias de mitigação de riscos.
Orientações sobre a consolidação do diagnóstico, a definição dos elementos do
Portfólio Reflexivo e a elaboração do Plano de Ação.
Delivery
Execução da intervenção planejada, registro da data de início da ação,
acompanhamento das adaptações realizadas, documentação das evidências,
registro do público alcançado, indicadores de entrega, feedback da comunidade e
análise inicial dos impactos gerados.
Orientações sobre a execução do Plano de Ação, o registro das evidências, o
acompanhamento das adaptações realizadas e a sistematização dos resultados.
Check-out
Consolidação do relato de experiência, análise crítica dos aprendizados, reflexão
sobre competências desenvolvidas, considerações finais, declaração de uso de
inteligência artificial quando aplicável, revisão do documento e entrega do Portfólio
Reflexivo Final em PDF.
Elaboração, revisão e finalização do Portfólio Reflexivo Final.
Orientações sobre a elaboração do Relato de Experiência, das Considerações Finais
e dos registros finais da etapa de Check-out.
Entrega do Portfólio Reflexivo Final com todas as seções obrigatórias, incluindo
introdução, situação-problema, objetivos, metodologia/plano de ação, relato de
experiência, considerações finais, evidências e referências quando aplicável.
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A integração entre ensino e extensão aproxima a Instituição de Ensino dos demais
setores da sociedade e favorece ações inovadoras voltadas às necessidades da população. Na disciplina de PEI, espera-se que os estudantes proponham intervenções
fundamentadas em ciência e tecnologia, com potencial de transformação social e
compromisso com a sustentabilidade e a cidadania.
2.1 ACESSO À DREAMSHAPER E FORMAÇÃO DAS
EQUIPES
Para que um estudante possa ser vinculado corretamente a uma equipe na plataforma DreamShaper, é obrigatório que ele realize previamente seu primeiro acesso
utilizando seu e-mail institucional da Multivix (conta Microsoft 365 disponibilizada
ao estudante).
Os estudantes que não forem responsáveis pelo cadastro da equipe somente conseguirão visualizar sua participação no projeto após a realização desse primeiro acesso.
Assim, todos os integrantes deverão acessar a plataforma DreamShaper antes que o
estudante responsável conclua o cadastro do grupo, garantindo a correta vinculação
e visualização dos participantes no projeto.
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3 ORIENTAÇÕES PARA
CONSTRUÇÃO DO PORTFÓLIO
REFLEXIVO
O Portfólio Reflexivo Final é o documento oficial de sistematização das disciplinas
de Prática de Extensão Interdisciplinar e de Projeto de Extensão e Inovação. Ele deverá reunir, em um único arquivo, o percurso desenvolvido pela equipe ao longo da
trilha na DreamShaper, demonstrando a relação entre a temática institucional da
disciplina, o diagnóstico realizado no cenário real, o planejamento da intervenção, a
execução das ações, as evidências produzidas, os resultados alcançados e as aprendizagens construídas.
ESTRUTURA OBRIGATÓRIA DO PORTFÓLIO REFLEXIVO FINAL
Identificação inicial: nome da disciplina, curso, turma, temática institucional, título do projeto, nome da
equipe, integrantes e matrículas, cenário real ou instituição/comunidade parceira.
1. Introdução: apresentar o projeto, a temática institucional da disciplina, o contexto geral da proposta, a
equipe e a relevância acadêmica e social da atividade extensionista.
2. Caracterização da Instituição ou Comunidade: descrever o cenário real, a instituição parceira ou
comunidade envolvida, indicando localização, público atendido, características principais, relação com a
temática da disciplina e justificativa da escolha.
3. Fundamentação Teórica: apresentar os principais referenciais, conceitos, dados, documentos,
pesquisas ou fontes confiáveis utilizadas para compreender o tema, fundamentar o diagnóstico e apoiar
as decisões da equipe.
4. Situação-Problema: sintetizar, com base nas evidências coletadas, qual demanda, necessidade,
desafio ou oportunidade de melhoria foi identificada. Recomenda-se formular o problema na estrutura
“Como podemos...?”, indicando quem é afetado, qual desafio foi diagnosticado e qual oportunidade de
melhoria será trabalhada.
5. Objetivos: apresentar o objetivo geral da intervenção e, quando necessário, objetivos específicos. Os
objetivos devem estar diretamente relacionados à situação-problema diagnosticada e ao resultado
esperado.
6. Metodologia e Plano de Ação: descrever como o projeto foi planejado, indicando ações previstas,
responsáveis, prazos, recursos, orçamento estimado, local de realização, público-alvo, estratégias de
execução e plano de mitigação de riscos.
7. Execução da Intervenção: relatar como a intervenção foi realizada, informando data, local,
participantes, atividades desenvolvidas, adaptações realizadas em relação ao planejamento e principais
desafios enfrentados em campo.
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8. Evidências: inserir ou referenciar registros que comprovem o desenvolvimento do projeto, como
fotografias, listas de presença, roteiros, atas, relatórios, materiais produzidos, fichas de campo,
documentos do parceiro ou outros registros permitidos. Toda evidência deve conter legenda explicativa.
9. Relato de Experiência: analisar criticamente a trajetória vivenciada, comparando planejamento e
execução, descrevendo imprevistos, decisões tomadas, aprendizados, aplicação dos conhecimentos
acadêmicos, competências desenvolvidas e contribuições para a formação da equipe.
10. Considerações Finais: apresentar os principais resultados, impactos observados ou potenciais,
limitações, contribuições para a comunidade ou instituição parceira, possibilidades de continuidade e
relação entre ensino, pesquisa e extensão.
11. Referências: listar as obras, documentos, bases de dados, materiais institucionais e demais fontes
utilizadas na fundamentação do projeto, conforme orientação acadêmica da disciplina.
12. Declaração de Uso de Inteligência Artificial, quando aplicável: informar a ferramenta utilizada, a
finalidade do uso e a etapa do trabalho em que foi empregada, assumindo responsabilidade integral pela
revisão, validação, autoria e veracidade das informações apresentadas.
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4 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
A avaliação das disciplinas de PEI será realizada com base no percurso desenvolvido
na DreamShaper, nas evidências registradas pela equipe e na qualidade do Portfólio
Reflexivo Final. Cada critério terá peso 1 (um), totalizando 10,00 (dez) pontos. A correção deverá considerar os níveis de desempenho previstos na rubrica institucional:
0,0 (zero) ponto quando não houver evidência ou o item estiver fora de escopo; 0,3
(zero vírgula três) ponto quando houver registro inicial, genérico ou incompleto; 0,7
(zero vírgula sete) ponto quando o item estiver desenvolvido, mas com lacunas de
coerência, aprofundamento ou integração; e 1,0 (um) ponto quando o critério estiver
plenamente atendido, com qualidade, evidências e articulação adequada.
CRITÉRIO DESCRIÇÃO SUBSÍDIOS DA TRILHA
1. Identificação do
Tema e Contexto
Avalia se a equipe registrou o tema do projeto, a
temática central da disciplina, o cenário real/parceiro,
o público envolvido, a demanda identificada e a
situação-problema de forma explícita e coerente com a
proposta extensionista.
Coordenadas: definição da
temática e escolha do parceiro;
Ideação e Diagnóstico:
declaração do problema.
2. Organização do
Portfólio Reflexivo
Avalia se o Portfólio Reflexivo Final apresenta as seções
obrigatórias e permite identificar objetivamente o
percurso do projeto, contemplando diagnóstico,
situação-problema, objetivos, metodologia/plano de
ação, intervenção, evidências, resultados e
considerações finais.
Check-in: Formação da Equipe e
Portfólio; validação de coesão
dos registros ao longo da trilha.
3. Aplicação de
Conhecimentos
Acadêmicos
Avalia se a equipe registra e aplica conhecimentos
acadêmicos, referenciais teóricos, metodologias ou
ferramentas para compreender a situação-problema,
fundamentar decisões, planejar a intervenção,
executar ações e analisar resultados.
Ideação e Diagnóstico:
Informações e Fontes; Checkout: Raio-X Interdisciplinar.
4. Análise Crítica e
Reflexiva
Avalia se o trabalho apresenta análise crítica e reflexão
com base nos registros da trilha, incluindo decisões da
equipe, desafios, limitações, resultados observados,
aprendizados e possibilidades de melhoria.
Revelações Inesperadas,
reflexões pós-intervenção,
Relato de Experiência e
Considerações Finais.
5. Elaboração do Plano
de Ação
Avalia se a equipe elaborou um plano coerente com a
situação-problema, contendo objetivo, ações previstas,
responsáveis, prazos, recursos, forma de execução,
justificativa, viabilidade e relação direta com o
diagnóstico.
Cronograma de Execução: Plano
de Ação, Datas e Recursos,
macroações e gestão de riscos.
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6. Demonstração do
Impacto Social
Avalia se o trabalho demonstra impacto social real ou
potencial da intervenção, considerando público
beneficiado, evidências de execução, participantes,
indicadores de entrega, resultados alcançados e
mudanças percebidas.
Delivery: Inventário de Entregas,
Alcance Tangível, Voz da
Comunidade e análise inicial de
impactos.
7. Reflexão sobre o
Valor da Experiência
Avalia se a equipe registra reflexão sobre o valor da
experiência extensionista para a formação pessoal,
acadêmica, profissional e cidadã, considerando
atividades realizadas, desafios, aprendizados e
competências desenvolvidas.
Check-out: competências
desenvolvidas, Impacto
Contínuo e Considerações
Finais.
8. Adaptação e Gestão
de Imprevistos
Avalia se há registros de participação da equipe em
orientações, devolutivas, ajustes, revisões do
diagnóstico, melhorias no planejamento, adaptações
na execução e resposta organizada a imprevistos.
Cronograma de Execução: Prémortem e Plano B; Delivery:
Relato do desafio em campo.
9. Estruturação Textual
e Evidências
Documentais
Avalia se o Portfólio Reflexivo Final está formalmente
adequado, com identificação da equipe, ordem das
seções, organização das evidências, clareza visual,
referências quando aplicável e atendimento às
orientações de entrega.
Registros e evidências dos
módulos intermediários; Checkout: Revisão e Entrega do
Portfólio.
10. Articulação Holística
entre Ensino,
Pesquisa e Extensão
Avalia se o trabalho articula diagnóstico da realidade,
uso de dados ou evidências, fundamentação
acadêmica, intervenção extensionista, resultados e
reflexão final sobre a relação entre conhecimento
acadêmico e contribuição social.
Análise global das conexões
entre Coordenadas, Ideação e
Diagnóstico, Cronograma de
Execução, Delivery e Check-out.
4.1 EXEMPLOS PRÁTICOS DOS CRITÉRIOS DE
AVALIAÇÃO
Os exemplos a seguir possuem caráter orientativo e foram organizados conforme os
10 (dez) critérios oficiais de avaliação das disciplinas de Prática de Extensão Interdisciplinar e Projeto de Extensão e Inovação. A análise deverá considerar a temática
institucional definida para a disciplina, o percurso registrado na DreamShaper, as
evidências apresentadas pela equipe e a qualidade do Portfólio Reflexivo Final.
1. Identificação do Tema e Contexto: considera-se adequado quando a equipe
registra, de forma clara, a temática institucional da disciplina, o foco do projeto,
o cenário real ou parceiro, o público envolvido, a demanda identificada e a situação-problema a ser trabalhada. Exemplo: em uma disciplina com temática
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Saúde, a equipe identifica, em uma Unidade Básica de Saúde, dificuldade dos
usuários em compreender orientações preventivas e formula o desafio: “Como
podemos apoiar os usuários da UBS na compreensão de orientações sobre prevenção da hipertensão?”.
2. Organização do Portfólio Reflexivo: considera-se adequado quando o Portfólio Reflexivo Final apresenta as seções obrigatórias e permite compreender o
percurso do projeto. Exemplo: o documento contém identificação, introdução,
caracterização da instituição parceira, fundamentação teórica, situação-problema, objetivos, metodologia/plano de ação, execução da intervenção, evidências,
relato de experiência, considerações finais e referências, com conexão lógica
entre as partes.
3. Aplicação de Conhecimentos Acadêmicos: considera-se adequado quando a
equipe demonstra como utilizou referenciais teóricos, dados, metodologias ou
ferramentas acadêmicas para compreender o problema, planejar e executar a
intervenção. Exemplo: estudantes utilizam dados públicos, artigos científicos e
conceitos estudados no curso para justificar a escolha da ação, definir estratégias e interpretar os resultados obtidos.
4. Análise Crítica e Reflexiva: considera-se adequado quando o trabalho vai
além da descrição das atividades e analisa decisões, desafios, limitações, resultados e aprendizados. Exemplo: a equipe identifica que a hipótese inicial não
foi confirmada durante a visita, explica o que mudou após a escuta do parceiro
e registra como essa descoberta alterou o planejamento da intervenção.
5. Elaboração do Plano de Ação: considera-se adequado quando o plano está
diretamente relacionado à situação-problema e apresenta objetivo, ações previstas, responsáveis, prazos, recursos, orçamento, forma de execução, viabilidade e relação com o diagnóstico. Exemplo: a equipe organiza três macroações
— preparar, executar e consolidar — define responsáveis, recursos necessários,
data da intervenção e Plano B para possíveis riscos.
6. Demonstração do Impacto Social: considera-se adequado quando a equipe
apresenta evidências do público beneficiado, registros da execução, número de
participantes ou indicadores de entrega, resultados alcançados e percepções da
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comunidade. Exemplo: após uma oficina, a equipe informa o número de participantes, apresenta lista de presença, registros fotográficos, materiais produzidos
e feedback de um participante ou responsável da instituição parceira.
7. Reflexão sobre o Valor da Experiência: considera-se adequado quando a equipe explica como a experiência contribuiu para sua formação pessoal, acadêmica, profissional e cidadã. Exemplo: os estudantes relacionam os desafios enfrentados ao desenvolvimento de competências como comunicação, organização,
liderança, escuta ativa, adaptabilidade, trabalho em equipe e responsabilidade
social.
8. Adaptação e Gestão de Imprevistos: considera-se adequado quando a equipe registra riscos previstos, estratégias de mitigação, imprevistos ocorridos e
decisões adotadas durante a execução. Exemplo: a equipe havia previsto o risco
de baixa participação, elaborou alternativa de divulgação e, diante de público
menor que o esperado, ajustou a dinâmica para garantir a realização da ação e
registrar os aprendizados.
9. Estruturação Textual e Evidências Documentais: considera-se adequado
quando a entrega final está formalmente organizada, com identificação da
equipe, seções em ordem, linguagem clara, evidências contextualizadas, legendas, referências e atendimento às orientações da disciplina. Exemplo: as fotografias, listas de presença, fichas de campo e materiais produzidos aparecem
no portfólio com legenda, data, descrição da atividade e relação com a intervenção realizada.
10. Articulação Holística entre Ensino, Pesquisa e Extensão: considera-se adequado quando o projeto demonstra conexão entre diagnóstico da realidade,
uso de dados e referenciais acadêmicos, planejamento, intervenção extensionista, resultados e reflexão final. Exemplo: a equipe pesquisa o tema, investiga a
realidade do parceiro, planeja uma ação fundamentada, executa a intervenção
e reflete sobre como o conhecimento acadêmico contribuiu para gerar benefício social.
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4.2 APURAÇÃO DA AVALIAÇÃO DO ESTUDANTE
As disciplinas de Prática de Extensão Interdisciplinar e de Projeto de Extensão e Inovação serão avaliadas em 10,00 (dez) pontos, considerando o percurso desenvolvido
na DreamShaper, as evidências registradas pela equipe e a qualidade do Portfólio
Reflexivo Final. A avaliação deverá observar os 10 (dez) critérios oficiais definidos neste Manual, cada um com peso 1,00 (um) ponto.
A avaliação poderá contar com análise preliminar por ferramenta de inteligência artificial, de caráter exclusivamente auxiliar, para apoio à leitura inicial, organização das
informações e identificação de possíveis inconsistências nos registros apresentados.
A correção oficial, a validação das evidências, a análise de coerência entre diagnóstico, objetivos, Plano de Ação, execução da intervenção, relato de experiência, considerações finais e critérios avaliativos, bem como a atribuição da nota e o registro
do conceito final, permanecerão sob responsabilidade do professor da disciplina. O
trabalho em equipe não pressupõe responsabilidade compartilhada pelo desenvolvimento do projeto e pela entrega do Portfólio Reflexivo Final. Eventuais diferenças
na avaliação entre integrantes da mesma equipe somente poderão ocorrer quando
houve evidências objetivas, verificáveis e devidamente registradas que justifiquem
tratamento distinto, observados os princípios de transparência, da razoabilidade e
dos critérios previstos neste manual.
Para cada critério, o professor deverá atribuir a pontuação conforme a escala de desempenho da rubrica institucional:
• 0,0 ponto: quando não houver evidência do critério, quando o item estiver ausente, incompatível com a proposta da disciplina ou completamente fora de
escopo.
• 0,3 ponto: quando houver registro inicial, genérico, fragmentado ou insuficiente, sem desenvolvimento adequado da informação solicitada.
• 0,7 ponto: quando o critério estiver desenvolvido, mas ainda apresentar lacunas de coerência, aprofundamento, integração entre etapas ou relação direta
com as evidências do projeto.
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• 1,0 ponto: quando o critério estiver plenamente atendido, com percurso claro,
evidências suficientes, análise consistente e articulação adequada entre diagnóstico, planejamento, intervenção, resultados e reflexão.
A nota final corresponderá à soma das pontuações atribuídas aos 10 (dez) critérios, totalizando até 10,00 (dez) pontos. Para aprovação, o estudante deverá obter nota igual
ou superior a 7,00 (sete) pontos, sendo atribuído o conceito Aprovado (A). O estudante que obtiver nota inferior a 7,00 (sete) pontos receberá o conceito Reprovado (R).
Não haverá avaliação substitutiva nem exame final para as disciplinas de PEI. A ausência de entrega do Portfólio Reflexivo Final, a inexistência de evidências mínimas
do percurso ou o não cumprimento das etapas obrigatórias poderá comprometer a
aprovação, conforme análise docente e normas institucionais aplicáveis.
4.3 ORIENTAÇÕES COMPLEMENTARES
SOBRE EVIDÊNCIAS, AUTORIA E CONDUTAS
ACADÊMICAS
As evidências documentais anexadas ao Portfólio Reflexivo Final deverão respeitar
os princípios de ética, responsabilidade acadêmica, proteção de dados pessoais e
uso adequado da imagem de terceiros. Fotografias, listas de presença, depoimentos,
documentos da instituição parceira, registros de campo e demais materiais comprobatórios devem ser utilizados exclusivamente para fins acadêmicos, evitando a exposição indevida de pessoas, dados sensíveis, informações confidenciais ou imagens
sem autorização quando aplicável.
O uso de ferramentas de inteligência artificial pelos estudantes, quando permitido
ou declarado, deverá ocorrer de forma ética, transparente e responsável. Tais ferramentas podem auxiliar na organização de ideias, revisão textual, sistematização de
informações ou apoio à aprendizagem, mas não substituem a autoria discente, a
análise crítica, a validação das fontes, a veracidade dos dados e a responsabilidade
integral da equipe sobre o conteúdo apresentado.
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O cumprimento dos prazos definidos no cronograma da disciplina é responsabilidade da equipe. Solicitações de reabertura, prorrogação ou regularização de entrega somente serão analisadas quando previstas em normas institucionais ou em situações
devidamente justificadas, conforme avaliação do professor e/ou da coordenação.
Antes da entrega final, a equipe deverá conferir se o arquivo está completo, legível,
corretamente identificado, em formato PDF e com todas as seções obrigatórias e evidências anexadas ou referenciadas. Arquivos corrompidos, incompletos ou ilegíveis
poderão comprometer a avaliação.
As orientações, devolutivas e comunicações relacionadas à disciplina deverão ocorrer
preferencialmente pelos canais institucionais definidos pela Instituição, como DreamShaper, AVA-Moodle, Portal Multivix ou e-mail institucional, de modo a garantir
registro, rastreabilidade e segurança das informações.
As ações extensionistas deverão respeitar os limites formativos dos estudantes, as
normas institucionais, a legislação vigente e as orientações do professor. Não deverão
ser realizadas atividades privativas de profissionais habilitados, atendimentos técnicos especializados, diagnósticos, prescrições, procedimentos ou intervenções que
extrapolem os objetivos pedagógicos da disciplina e a segurança dos envolvidos.
Este Manual poderá ser atualizado ou complementado pela Instituição sempre que
houver necessidade de adequação pedagógica, regulatória, operacional ou tecnológica, sendo responsabilidade dos estudantes e professores acompanharem as orientações divulgadas nos canais institucionais.
Poderão comprometer a avaliação do estudante ou da equipe: ausência de entrega
do Portfólio Reflexivo Final; inexistência de evidências mínimas do percurso; registros incompatíveis com a temática institucional da disciplina; informações fictícias,
incompletas ou não verificáveis; uso indevido de imagens, dados pessoais ou documentos de terceiros; cópia de materiais sem referência; participação insuficiente nas
etapas obrigatórias; entrega fora do prazo; ausência de declaração de uso de inteligência artificial quando aplicável; ou qualquer conduta que prejudique a autenticidade, a integridade acadêmica e a finalidade extensionista da atividade.
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IMPORTANTE:
• O Manual e o Plano de Ensino da disciplina, incluindo o cronograma de atividades, serão disponibilizados no AVA-Moodle e/ou no Portal Multivix.
• A DreamShaper será utilizada para o desenvolvimento, acompanhamento, registro das evidências e entrega das atividades da trilha, conforme as orientações institucionais.
• O modelo da Carta de Apresentação da disciplina, constante do Apêndice A,
será disponibilizado pela Instituição na DreamShaper e deverá ser utilizado pela
equipe no contato com a instituição, comunidade ou parceiro escolhido.
• Quando houver atividade presencial em campo, a equipe deverá preencher a
Ficha de Registro de Atividade Presencial, constante do Apêndice B, e anexá-la
ao Portfólio Reflexivo Final, devidamente assinada pela instituição, comunidade
ou parceiro responsável, quando aplicável.
• O modelo da Declaração de Uso de Inteligência Artificial, constante do Apêndice C, deverá ser preenchido pela equipe quando aplicável e inserido no item
específico da DreamShaper destinado a esse registro.
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APÊNDICES
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APÊNDICE A – CARTA DE APRESENTAÇÃO PARA A DISCIPLINA PRÁTICA DE
EXTENSÃO INTERDISCIPLINAR/PROJETO DE EXTENSÃO E INOVAÇÃO
_____________________________ (ES), _______de __________________ de 20____.
Instituição:
Responsável:
Prezado(a),
Em cumprimento aos dispositivos legais que preceituam a obrigatoriedade da Disciplina Prática de Extensão
Interdisciplinar/Projeto de Extensão e Inovação ______ do curso de
da MULTIVIX__________________________, dirigimo-nos a V.S.ª e à Instituição sob sua administração, com a finalidade
de solicitar o recebimento de nossos estudantes, possibilitando assim sua melhor qualificação profissional e
promovendo a interação transformadora entre a Instituição de Ensino Superior e os outros setores da sociedade, por meio
da produção e da aplicação do conhecimento em articulação com as demandas da comunidade.
Apresentamos os alunos,
Matrícula Nome completo
Regularmente matriculados (as) no período do referido curso, para realizarem as observações e pesquisas necessárias ao
desenvolvimento da disciplina supracitada.
Certos de contarmos com a atenção de V. S.ª, antecipadamente agradecemos.
Atenciosamente,
Coordenador do Curso
CIÊNCIA E RECEBIMENTO PELA INSTITUIÇÃO PARCEIRA
Declaro que recebi a presente Carta de Apresentação referente à disciplina Prática de Extensão
Interdisciplinar/Projeto de Extensão e Inovação ______ da (o)_________________________________ –
MULTIVIX, tomando ciência da realização das atividades de observação e pesquisa pelos(as) estudantes acima
identificados(as).
Local e Data: _________________________________________________
Nome do(a) Responsável
Cargo: ________________________________________
Instituição: ___________________________________
Carimbo da Instituição (quando aplicável)
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PRÁTICA DE EXTENSÃO INTERDISCIPLINAR E PROJETO DE EXTENSÃO E INOVAÇÃO
APÊNDICE B – FICHA DE REGISTRO DE ATIVIDADE PRESENCIAL EM CAMPO PRÁTICO DAS
DISCIPLINAS DE PRÁTICA DE EXTENSÃO INTERDISCIPLINAR E PROJETO DE EXTENSÃO E
INOVAÇÃO
Curso: _________________________________________
Instituição Parceira/Comunidade: _______________________________________________
Componentes do Grupo:
Matrícula Nome completo
Descrição das Atividades:
Semanas Atividades
Semana 1
Semana 2
Semana 3
Semana 4
Semana 5
Semana 6
Semana 7
Semana 8
Semana 9
Semana 10
Semana 11
Semana 12
Semana 13
Semana 14
Semana 15
Semana 16
Campo de Observação da Instituição Parceira (opcional)
_____________________ , ___/ _/________
Assinatura da Instituição/Comunidade Parceira: ___________________________________
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APÊNDICE C – DECLARAÇÃO DE USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (IA)
DECLARAÇÃO DE USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO PORTFÓLIO REFLEXIVO
FINAL DAS DISCIPLINAS DE PEI
Eu/Nós, discentes abaixo identificado(s), declaro/declaramos, para os devidos fins
acadêmicos, que o uso de ferramentas de Inteligência Artificial no desenvolvimento do
Portfólio Reflexivo Final das disciplinas de Prática de Extensão Interdisciplinar/Projeto de
Extensão e Inovação ocorreu, quando aplicável, de forma ética, crítica, transparente,
supervisionada e compatível com as orientações institucionais da Multivix, com o Referencial
para Desenvolvimento e Uso Responsável de Inteligência Artificial na Educação, do Ministério
da Educação, e com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018).
Declaro/declaramos que a Inteligência Artificial foi utilizada exclusivamente como ferramenta
auxiliar, sem substituir a autoria acadêmica, o esforço intelectual, a análise crítica, a tomada
de decisão, a responsabilidade sobre as fontes consultadas e a construção das considerações
apresentadas no trabalho.
1) Identificação do Trabalho
Curso:___________________________________________________________
Título do projeto: __________________________________________________
Nome(s) do(s) discente (s):
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
________________________________________________
Professor(a) da disciplina: ____________________________________________
2) Declaração sobre o uso de Inteligência Artificial
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( ) Não utilizei/utilizamos ferramentas de Inteligência Artificial na elaboração do Portfólio
Reflexivo Final.
( ) Utilizei/utilizamos ferramentas de Inteligência Artificial como apoio à elaboração do Portfólio
Reflexivo Final, conforme detalhamento abaixo.
3) Ferramenta(s), finalidade(s) e etapa(s) de uso
Ferramenta de IA
utilizada
Finalidade do uso Parte do trabalho
impactada
Etapa do
trabalho
Data e horário
de uso
4) Registro dos comandos/prompts utilizados
Descrever os principais comandos/prompts utilizados e, quando pertinente, indicar a resposta
obtida ou a forma como o conteúdo gerado foi revisado, adaptado, complementado ou
descartado pelo(s) discente(s). Quando houver grande volume de interações, poderá ser
anexado relatório complementar contendo os principais registros de utilização da ferramenta.
__________________________________________________________________________
__________________________________________________________________________
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__________________________________________________________________________
5) Proteção de dados, autoria e responsabilidade acadêmica
Declaro/declaramos que não foram inseridos, em ferramentas de Inteligência Artificial, dados
pessoais, dados pessoais sensíveis, informações sigilosas, documentos institucionais
restritos ou informações de terceiros sem autorização, observando-se os princípios da
privacidade, segurança, transparência e proteção de dados pessoais.
Declaro/declaramos que não foram utilizados recursos de Inteligência Artificial para criação,
alteração, manipulação ou simulação de evidências da atividade extensionista, incluindo
fotografias, listas de presença, depoimentos, documentos, resultados, indicadores, registros
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de campo ou quaisquer outros elementos destinados a comprovar a execução da intervenção,
salvo quando expressamente autorizado pelo professor e devidamente identificado no
trabalho.
Declaro/declaramos, ainda, que todo conteúdo incorporado ao Portfólio Reflexivo Final foi
revisado criticamente pelo(s) autor(es), sendo de nossa inteira responsabilidade a veracidade
das informações, a escolha e conferência das fontes, a originalidade do texto, as citações e
referências utilizadas, os registros e evidências apresentados, as reflexões formuladas e a
integridade acadêmica do trabalho.
Estou/estamos ciente(s) de que é vedada a utilização de ferramentas de Inteligência Artificial
para geração integral ou substancial do Portfólio Reflexivo Final sem efetiva participação
intelectual dos estudantes na pesquisa, análise crítica, elaboração das conclusões, validação
das informações e construção do trabalho acadêmico. O uso de ferramenta em desacordo
com as orientações institucionais poderá caracterizar violação aos princípios de integridade
acadêmica.
Declaro/declaramos que todos os integrantes da equipe têm ciência das informações
prestadas nesta declaração e assumem responsabilidade solidária pela veracidade das
informações registradas, pela utilização das ferramentas declaradas e pelo conteúdo
incorporado ao Portfólio Reflexivo Final.
Local e data: ________________________________________________
Assinatura(s) do(s) discentes(s):
__________________________________________________________________________
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Assinatura do(a) professor(a) da disciplina, quando exigido:
________________________________________________________________
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PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Roteiro Aula Prática 2 ROTEIRO DE AULA PRÁTICA NOME DA DISCIPLINA: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Unidade: 1 – O que uma criança aprende quando brinca? Aula: 2 – Os aspectos lúdicos e as experiências no desenvolvimento cognitivo, intelectual, emocional, social e motor. OBJETIVO Para promover a reflexão crítica e prática sobre o papel do professor na Educação Infantil com ênfase no cuidado, na escuta e na atitude responsiva, compreendendo como esses gestos contribuem para o desenvolvimento integral da criança, realize as etapas desta atividade. PROCEDIMENTO/ATIVIDADE ATIVIDADE PROPOSTA: ATIVIDADE 1 – Roteiro Reflexivo e Interativo: Cuidar, Ouvir e Responder 1. Leitura e Roda de Conversa Inicial (presencial ou virtual síncrona) Organize um momento de leitura e debate a partir de um texto-base (indicação do professor) que aborde o cuidado como dimensão constitutiva do ato educativo na primeira infância. Após a leitura, oriente os ...

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